Babelcube

BabelCube: Plataforma para tradutores freelancers


Depois de um tempo sem aparecer aqui, volto com uma grande notícia: resolvi focar na área em que quero seguir. Eu sempre soube em meu interior que tradução é aquilo que eu gosto de fazer, e já faço por anos como um hobbie: traduzir fanfics aqui, fazer tradução de uma matéria para a fanbase lá, traduzir uma entrevista acolá... Decidi então que quero tirar esse meu desejo do plano das ideias e fazê-lo acontecer. Eu procurei saber um pouco mais sobre os perfis de profissionais de tradução - e descobri que boa parte deles carregam consigo um portfolio. Uma página da web, sabe? Com documentos e links redirecionados para sites com matérias ou livros publicados. 

Meu olhos brilharam querendo algo meu. Como é possível se intruduzir em um mercado que experiências são tão necessárias para o cliente, sem uma bagagem anterior? Experiência com tradução eu até tenho, mas como exatamente eu explico pro cliente que eu traduzo fanfics? Querendo formalizar minhas experiências e montar meu próprio portfolio, entrei em alguns grupos do Facebook, e após pesquisar um pouco, descobri que há ONGs que aceitam trabalho voluntário (assim, você adquire experiência e ajuda uma causa que você acredita). Além de ONGs, há também sites, como o BabelCube
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Assista: Documentários sobre o veganismo



No início do ano, eu decidi que pararia de comer carne. A história completa dá espaço o suficiente para uma postagem exclusiva sobre o porquê da minha escolha, então vamos resumir por agora: Eu sou ovolactovegetariana. Traduzindo, ainda consumo laticínios e ovos. (E deixo claro que consumir alimentos de origem animal, mesmo que apenas misturado em receitas, ainda contribui para a exploração dos animais e destruição do meio ambiente.)
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Cantoras lésbicas que você precisa escutar no Spotify




Olhando minha biblioteca de músicas no Spotify, percebi que seria interessante divulgar uma pequena (bem breve mesmo, entretanto repleta de qualidade) lista das minhas cantoras lésbicas favoritas. A representatividade é necessária quando falamos de arte - independentemente da manifestação artística: Seja um livro, filme, música, fotografia, entre outros. 

É importante estar em contato com elementos que possam expressar o que sentimos e vivemos, para que possamos nos identificar com algo; É justo conosco. Uma vez que temas como a homossexualidade passa a ser falada, as lutas pela aceitabilidade, direitos, visibilidade e respeito ganham voz e imagem. Essas mulheres fazem um papel importante na mídia: bater de frente com o preconceito enquanto produzem conteúdo LGBTQ+.


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Blog criado em: 07/2018

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