LGBT

Resenha: Estamos Bem, de Nina LaCour


image

Marin deixou tudo para trás. A casa de seu avô, o sol da Califórnia, o corpo de Mabel e o último verão agora são fantasmas que ela não quer revisitar. O retrato de uma história em que já não se reconhece mais. Ninguém nunca soube o motivo de sua partida. Nada se sabe sobre a verdade devastadora que destruiu sua vida. Agora, ela vive em um alojamento vazio e está sozinha no inverno de Nova York. Marin está à espera da visita de sua melhor amiga e do inevitável confronto com o passado. As palavras que nunca foram ditas finalmente se farão presentes para tirá-la das profundezas de sua solidão. Estamos bem é um sussurro íntimo embalado por um soco indelével. Nina LaCour retrata a elaboração do sofrimento de forma bela e dolorosamente sincera, provocando um desejo pungente de atravessar qualquer distância para se reconectar com quem ama.


Título: Estamos bem 
Páginas: 145 | Autora: Nina LaCour | Adquira Online 
Avaliação pessoal: 

Este livro estava na minha lista de "Quero Ler" há algum tempo, deixado ali em meio a outros títulos. Depois da aquisição do meu Kindle, estou colocando em dia diversas leituras pendentes, então pensei: por que não? A arte da capa é linda, e acredito que muitos fiquem inicialmente atraídos por Estamos Bem devido a esse fator.

Primeiro somos apresentados a Marin, uma jovem que mudou-se há pouco tempo para um alojamento da faculdade e está cursando seu primeiro período. Todos os seus colegas de campus estão passando o feriado de final de ano com os familiares em suas respectivas cidades, e ela é a única a ficar na faculdade, sozinha.

Indicação

Cantoras lésbicas que você precisa escutar no Spotify




Olhando minha biblioteca de músicas no Spotify, percebi que seria interessante divulgar uma pequena (bem breve mesmo, entretanto repleta de qualidade) lista das minhas cantoras lésbicas favoritas. A representatividade é necessária quando falamos de arte - independentemente da manifestação artística: Seja um livro, filme, música, fotografia, entre outros. 

É importante estar em contato com elementos que possam expressar o que sentimos e vivemos, para que possamos nos identificar com algo; É justo conosco. Uma vez que temas como a homossexualidade passa a ser falada, as lutas pela aceitabilidade, direitos, visibilidade e respeito ganham voz e imagem. Essas mulheres fazem um papel importante na mídia: bater de frente com o preconceito enquanto produzem conteúdo LGBTQ+.


Estatísticas

Visitas:
Leitores online:
Blog criado em: 07/2018

Siga-me no Pinterest